Chega.
Até estou treinando, mas não vivo em uma bolha pra ignorar o que se passa no país.
A repressão absurda a um grupo que dizia não ao aumento de passagens gerou uma onde de protestos que está mostrando pro brasileiro que ele pode sim ser o dono do país.
As ruas foram ocupadas. As cidades foram ocupadas. O povo saiu da sua realidade paralela e foi pra realidade coletiva. E ela é bem ruim. Trânsito, transporte caro e ruim, falta de hospital, de escola, abuso dos políticos.... e até agora todo mundo ficava quieto. O maior mal do brasileiro é a omissão.
Mas isso está mudando. Um problema de cada vez. Vamos revogar esse aumento e na semana que vem cair em cima da PEC37. E não vai para mais: Feliciano, julgamentos de políticos, cumprimento de metas de campanha. Vacilou paramos as cidades. Vai ser assim agora.
E o movimento vai crescer. Por que ele não tem partido, ele não tem líder. Ele tem o bem comum apenas. E isso, a maioria dos brasileiros quer.
Todo mundo queria uma potência? Você vão ter, mas nos modos do povo. Com igualdade, liberdade e justiça.
A quanto tempo eu ansiava por esse momento. Quantas vezes eu via uma injustiça e pensava: Temos que ir pra rua... cadê o povo? E o povo veio.
Na hora que cobrar os políticos virar rotina, eu volto a falar de esporte.
Por enquanto,
A rua é nóis (EMICIDA)
quarta-feira, 19 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
Ética $$$$??? - IEL
Mentiras$Mentiras$Ética 0
Juca Kfouri
Então o Barcelona, segundo o próprio Barcelona, antecipou, em novembro de 2011, R$ 28 milhões para Neymar, com o conhecimento do Santos?
Então Neymar e o Santos mentiram durante mais de um ano?
E, mais grave, porque mentir é praxe no mundo do futebol, Neymar disputou a final do Mundial de clubes contra o próprio Barcelona, em dezembro de 2011, já vendido ao clube catalão?
E ninguém vai preso?
Porque se o Santos também foi enganado tem a obrigação de acionar o Barcelona na Fifa.
Se calar, consentirá.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Realização triatlética.
Comecei no triathlon há 12 anos. Informalmente, até ficar sabendo de uma prova curta (eu achava que triathlon era só na metragem Ironman) feita na cidade de origem da minha família, Porto Ferreira. Lá fui eu com minha Caloi 10 para começar algo que entraria no meu sangue.
Foram shorts, olímpicos (odeio essa metragem!), meio iron e um iron. Tempos melhores a cada temporada, qualidade de vida, amigos... Achava que estava no meu máximo. Realmente, fisicamente estava. Sou um cara com alguns probleminhas de saúde que limitam um pouco minha performance. Mas a mente queria mais.... A minha meta de perfeição em tudo queria mais. Não bastava ter a execução perfeita dos movimentos, eu sou mais lento. Não bastava uma transição tão rápida quanto os prós, eu sou mais lento. Mas isso me bastou? Não.
Em outubro de 2010, atravessando uma ponte sobre o rio Danúbio, em Budapeste, na companhia de Rafael Farnezi e Guilherme Lima, ouvi o Beto Menescal, da CBTri, comentar como estava difícil a composição de um quadro de oficiais técnicos (algo parecido com árbitro) de triathlon no Brasil. Olimpíada a vista e nem tínhamos gente para fazer os eventos teste...
Ao voltar para o Brasil liguei para a SPTri e comecei a ajudar do jeito que podia. Tendo idéias, atendendo solicitações, a coisa foi andando. Sempre conversando com a CBTri para deixar claro que eu queria ajudar, de qualquer jeito, em qualquer situação eu queria devolver a alegria que esse esporte me proporciona. A coisa começou a andar sozinha... Vários paulistas de duathlon, provas promocionais, brasileiro de duathlon e triathlon. Até chegar a um Panamericano. E nesta prova estar trabalhando lado a lado com o grande Hilton Lopes, organizador da primeira prova que participei e que está fazendo um belo trabalho com nossos paratletas, foi algo muito especial.
A convocação veio da PATCO, braço continental da ITU. Eu estava me dedicando o máximo possível e fui lembrado. Tinha que dar tudo. Demos tudo. Eu e todos que estavam em João Pessoa neste fim de semana. O sucesso foi o de uma orquestra. Acredito que os problemas percebidos não representam 10% do que vimos. E não forma percebidos por que os solucionamos. E como prêmio, João Pessoa ganhou uma etapa de World Cup em 2014. Parabéns para a FEPTri e CBTri, e a todos que lá estavam.
Eu me sinto realizado. Pois ajudei em um evento de alto nível, que deu condições perfeitas e justas de competição a todos que lá estavam. Tudo deu muito certo, tão certo que os atletas não nos viam, não sabiam onde estávamos. Essa é a ideia, as estrelas são eles.
É a minha forma de estar neste meio de estrelas. Ajuda-los, e ver de muito perto, estes sobre-humanos, fazendo coisas fora do normal. Talvez um dia eu realize um sonho: ir a uma Olimpíadas. Pode parecer bobagem, pois é claro que gostaria de representar o Brasil como atleta, mas tenho o sonho de ir sem uma bandeira, como um cidadão do mundo, em um momento em que as fronteiras e as brigas somem. Um momento utópico que se torna realidade por algumas horas a cada 4 anos.
Agreguei mais um circulo de amizades e de realização. Podem ter certeza que sempre darei tudo de mim para que essa minha nova empreitada faça o esporte melhor a cada dia. Digo isso sem esperar nada em troca. Quero que este esporte maravilhoso cresça, e que as pessoas aprendam com ele o que eu aprendi. Lições que me ajudam muito na vida, lições de amizade, garra e saúde.
E digo também que não parei de praticar!!! Estou saindo de um período turbulento de estudos e trabalho árduo, para um período de realização profissional, com um pouco mais de flexibilidade de horários, o que me permitirá voltar a forma.
No segundo semestre, me aguardem!
Foram shorts, olímpicos (odeio essa metragem!), meio iron e um iron. Tempos melhores a cada temporada, qualidade de vida, amigos... Achava que estava no meu máximo. Realmente, fisicamente estava. Sou um cara com alguns probleminhas de saúde que limitam um pouco minha performance. Mas a mente queria mais.... A minha meta de perfeição em tudo queria mais. Não bastava ter a execução perfeita dos movimentos, eu sou mais lento. Não bastava uma transição tão rápida quanto os prós, eu sou mais lento. Mas isso me bastou? Não.
Em outubro de 2010, atravessando uma ponte sobre o rio Danúbio, em Budapeste, na companhia de Rafael Farnezi e Guilherme Lima, ouvi o Beto Menescal, da CBTri, comentar como estava difícil a composição de um quadro de oficiais técnicos (algo parecido com árbitro) de triathlon no Brasil. Olimpíada a vista e nem tínhamos gente para fazer os eventos teste...
Ao voltar para o Brasil liguei para a SPTri e comecei a ajudar do jeito que podia. Tendo idéias, atendendo solicitações, a coisa foi andando. Sempre conversando com a CBTri para deixar claro que eu queria ajudar, de qualquer jeito, em qualquer situação eu queria devolver a alegria que esse esporte me proporciona. A coisa começou a andar sozinha... Vários paulistas de duathlon, provas promocionais, brasileiro de duathlon e triathlon. Até chegar a um Panamericano. E nesta prova estar trabalhando lado a lado com o grande Hilton Lopes, organizador da primeira prova que participei e que está fazendo um belo trabalho com nossos paratletas, foi algo muito especial.
A convocação veio da PATCO, braço continental da ITU. Eu estava me dedicando o máximo possível e fui lembrado. Tinha que dar tudo. Demos tudo. Eu e todos que estavam em João Pessoa neste fim de semana. O sucesso foi o de uma orquestra. Acredito que os problemas percebidos não representam 10% do que vimos. E não forma percebidos por que os solucionamos. E como prêmio, João Pessoa ganhou uma etapa de World Cup em 2014. Parabéns para a FEPTri e CBTri, e a todos que lá estavam.
Eu me sinto realizado. Pois ajudei em um evento de alto nível, que deu condições perfeitas e justas de competição a todos que lá estavam. Tudo deu muito certo, tão certo que os atletas não nos viam, não sabiam onde estávamos. Essa é a ideia, as estrelas são eles.
É a minha forma de estar neste meio de estrelas. Ajuda-los, e ver de muito perto, estes sobre-humanos, fazendo coisas fora do normal. Talvez um dia eu realize um sonho: ir a uma Olimpíadas. Pode parecer bobagem, pois é claro que gostaria de representar o Brasil como atleta, mas tenho o sonho de ir sem uma bandeira, como um cidadão do mundo, em um momento em que as fronteiras e as brigas somem. Um momento utópico que se torna realidade por algumas horas a cada 4 anos.
Agreguei mais um circulo de amizades e de realização. Podem ter certeza que sempre darei tudo de mim para que essa minha nova empreitada faça o esporte melhor a cada dia. Digo isso sem esperar nada em troca. Quero que este esporte maravilhoso cresça, e que as pessoas aprendam com ele o que eu aprendi. Lições que me ajudam muito na vida, lições de amizade, garra e saúde.
E digo também que não parei de praticar!!! Estou saindo de um período turbulento de estudos e trabalho árduo, para um período de realização profissional, com um pouco mais de flexibilidade de horários, o que me permitirá voltar a forma.
No segundo semestre, me aguardem!
sexta-feira, 8 de março de 2013
Drogas no esporte e drogas na vida
Esta semana mais uma pessoa ilustre foi levada pelas drogas. Apesar de sempre falarmos delas no esporte, elas fazem muito mais estrago na vida normal do dentro das pistas e campos.
Parem e reflitam. Falem para quem tem dúvida, briguem com quem concorda. Mesmo que usa algo natural, pois no mínimo esta contribuindo para o aumento da violência e manutenção do sistema podre que nos governa.
Segue um trecho da ex-mulher do Chorão:
Parem e reflitam. Falem para quem tem dúvida, briguem com quem concorda. Mesmo que usa algo natural, pois no mínimo esta contribuindo para o aumento da violência e manutenção do sistema podre que nos governa.
Segue um trecho da ex-mulher do Chorão:
"Isso é não é verdade. Eu lutei por ele até o final. Acabei perdendo a guerra para essa droga, que está acabando com todo mundo. Espero que isso sirva de lição para as pessoas"
Marcou minha geração e a mim. Com letras revoltadas, poéticas, de amor, de farra, de tudo que a juventude gosta. E claro, de protesto e de muita consciência Quem acha que ele era só um roqueiro skatista não conhece tudo que ele compôs.
Marcou minha geração e a mim. Com letras revoltadas, poéticas, de amor, de farra, de tudo que a juventude gosta. E claro, de protesto e de muita consciência Quem acha que ele era só um roqueiro skatista não conhece tudo que ele compôs.
"Tem que saber chegar... tem que esperar tua vez. Não deixe o mar te engolir".
Abrax.
Abrax.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Seriedade
"s.f. Qualidade do que é sério; gravidade de maneiras; inteireza de caráter"
Esta é a definição do dicionário Aurélio.
Alguém leu, nesta pequena sentença, cara feia? Terno e gravata? Fala rebuscada? "Cuidado com a imagem"?
Seriedade é um fundamento para a vida em sociedade. Seriedade é praticada a todo instante, não somente quando "se fala sério". Seriedade é o que (deve) reger todas as atitudes de uma pessoa.
Isso por que a seriedade não mora na aparência, ela mora na atitude.
Confio muito mais na seriedade de um jovem de jeans rasgado e camiseta do que na seriedade de um velho de terno e gravata... sabem por que? Um sorriso displicente, muitas vezes, é mais sério do que uma cara feia. A diferença entre estas duas feições? A verdade, que só existe em um sorriso.
Seriedade em tudo na vida... não só no trabalho. No lazer também. No relacionamento. Em tudo.
O Brasil não é sério.
Abrax.
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