sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

TRISPORT (Janeiro de 2011)

TRICLUB


Esporte Clube Pinheiros


Com 111 anos de história, o Esporte Clube Pinheiros é um símbolo esportivo da cidade de São Paulo. A tradição do clube se deve não apenas ao seu tempo de existência e a sua nobre localização na cidade de São Paulo, mas a incontáveis títulos nacionais, internacionais e olímpicos, sendo o destaque mais recente o nadador César Cielo, que defendeu o clube até 2009. Contrariando o que aconteceu com a maioria dos grandes clubes brasileiros, que se tornaram clubes de futebol apenas, o “Pinheiros”, para os paulistanos, mantém várias equipes profissionais de alto nível, como natação, basquete, vôlei, handebol, atletismo, esgrima e triathlon!
E para não deixar dúvidas da camisa que vestem, os pinheirenses do triathlon não fazem por menos. Quando perguntado sobre as conquistas da equipe de triathlon, o técnico Luiz Gandolfo responde: “Felizmente não tenho como lembrar de tantas conquistas”. E ele não está exagerando. É comum observar a lista de resultados das mais importantes competições de triathlon do Brasil e do mundo e encontrar atletas do Pinheiros entre os primeiros lugares, seja no amador ou no profissional. Só para citar os mais recentes: Eduardo Beretta (35-39) e André Lemmi (20-24) são campeões mundiais de sprint triathlon e aquathlon, respectivamente; Ana Tadei (25-29) ganhou sua categoria no Ironman Brasil deste ano; Antônio Manssur (pro) foi campeão mundial de aquathlon em 2009; Flavia Fernandes (pro) faturou o último GPI em Camboriú; Fábio Carvalho (pro)  é tri campeão do Troféu Brasil; Bruno Matheus (pro) é um forte candidato às Olimpíadas de 2012; e Juraci Moreira (pro) é único brasileiro com participação em três olimpíadas.


Praticado no clube desde a década de 80, o esporte foi oficializado como um setor em 2005. De lá para cá, o trabalho coordenado por Luiz Gandolfo, segue uma rotina sem precedentes em outras equipes de triathlon no Brasil, com os atletas treinando juntos (amadores e pros) e tendo a disposição uma estrutura física, material e logística que não perde nada para nenhum clube do resto do mundo. “Nós tratamos o triathlon como tratamos os outros esportes, com todo o apoio necessário, de inscrições em provas a materiais de competição e viagens para os que se destacam” diz Luiz, durante uma sessão de treinos de tiro de corrida, onde os amadores alinhavam junto com os profissionais. “Esta união entre alto nível e iniciantes é um estimulo enorme, os amadores evoluem muito rápido devido à unidade da equipe”, completa Luiz. E a unidade dita pelo técnico é visível na amizade entre os atletas, que fazem da camisa do clube sua segunda pele.
Informações: www.ecp.org.br
Natação: Segunda a Sexta, 12:30 às 14h, na piscina olímpica do clube.
Bike: Horários variados, na Ciclovia da Marginal Pinheiros, na USP e estradas.
Corrida: Segunda a Sexta, 19 às 20:30h, na pista de atletismo.
Por Emiliano Castro de Oliveira

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Dopping segundo o ex-ciclista Christophe Bassons.

Como sempre digo: Problemas impostos pela vida, são os mais trágicos, mortes, doenças, acidentes. Todo o resto é apenas uma reação às atitudes que tomamos e escolhas que fazemos.

"Eu não acho que fui corajoso em não tomar drogas", disse Christophe Bassons.

"Para mim, coragem é vencer o medo, e eu nunca tive medo. Eu apenas tive sorte - eu tive uma educação equilibrada, muito amor na minha vida, e não há vazio que me fizesse querer drogas. Recusar-se a tomar drogas foi fácil para mim, enquanto para outras pessoas existem coisas que faltam em suas vidas. Doping é sempre uma resposta a um vazio, uma necessidade - seja por dinheiro, sucesso, amor ou qualquer outra coisa. É por isso que é um erro combater o doping em termos de saúde, porque se você realmente analisar, o doping responde a uma necessidade criada, até porque você pode ser mais saudável fazendo a Tour de France usando dopping do que sem nada ".

Abrax.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Vácuo na moto no Fast Triathlon

Galera, o problema foi notado pela arbitragem em outros anos e foi conversado com a organização e com a Rede Globo.

O moto-link é exigência da Globo para transmissão, e apesar de não parecer, ele é um trambolho! É uma moto enorme, que tem um garupa (cameraman) sentado ao contrário! Ela tem que frear antes e acelerar devagar... O resultado é que em um circuito com 250m de reta as bikes eram mais rápidas que a moto, e o lider conseguia grudar na moto e não largar mais.

Já pedimos para que nos próximos anos sejam colocadas câmeras no percurso, para uma transmissão tipo Formula 1, e a moto só seria usada na corrida... Mas a Globo gosta do formato....

Por isso que o formato da prova NÃO É OFICIAL, sendo apenas arbitrado pela SPTri, mas não homologado. Assim, sendo considerado uma prova "fantasia", a preocupação da arbitragem passa a ser com o cumprimento de regras combinadas entre a organização e os competidores e com a segurança dos competidores.

Abrax.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Ano novo, atitude nova.

Quem me acompanha já deve ter lido em algumas ocasiões: "estarei apitando tal prova". Ou até mesmo, me visto apitando a tal prova. Pois é, me tornei arbitro de triathlon. Agora além de competir resolvi por a mão na massa, e colaborar com o crescimento do esporte.

Mas não para por aí, além disso estou colaborando com a SPTri na elaboração do calendário 2011, sendo o responsável pelos campeonatos de Aquathlon e Duathlon...e já temos duas parcerias confirmadas! Vamos fazer as provas serem seletivas para o brasileiro de cada modalidade.

Por isso, e também pelo meu trabalho, por mais outras cositas, devo ficar um pouco relapso aqui no blog. Mas isso é passageiro.

Assim que tiver mais novidades dos circuitos paulistas, posto aqui em primeira mão.

Abrax.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Conhecimento

Tenho um objetivo bem claro na minha vida: acumular uma coisa que não pesa, que não pode ser roubada, que cabe muito, que quando se distribui não acaba... o conhecimento. Podem me chamar de curioso, mas essa é a herança que minha familia me deixa e que mais me incentiva a acumular.


Por isso venho sugerir algumas leituras sobre triathlon. Mesmo que você tenha o melhor treinador, acho interessante saber o que ele está fazendo com você!





         



Estes livros são uma ótima maneira de se entender o treinamento e um bom caminho para quem é auto-treinado, já que contam com planilhas e explicações muito detalhadas.


Se você for optar por apenas um, eu recomendo o último, Your best Triathlon. Esse livro é demais. Além de conter um completo programa de treinamento para triathlons de todas distâncias, ele é muito explicativo, sobre todos os métodos, nutrição, etc. Vale muito!


Ahh, todos estão a venda na Amazon, e não custam mais do que 18 dolares + ~10 dolares de frete. Um detalhe bom é que livro não paga imposto de importação, então se quiser comprar vários, vá fundo!


Abrax!




PS: Pedi ética de Natal e o que ganho? Mais um caso de dopping, desta vez da Maria Zeferina Baldaia... que até dispensou a contra-prova.